Terra livre de TransgênicosCuritiba, 13 - 31 de marzo de 2006Foro Global de la Sociedad Civil en MOP3 y COP8 | ![]() Minga Informativa de Movimientos Sociales |
Agronegócio e agroecologia são projetos antagônicos. Enquanto um beneficia somente as empresas transnacionais e o latifúndio, incentivam a monocultura de exportação e o uso de agrotóxicos, o outro liberta o agricultor e assegura a soberania alimentar da nação. (30/03/06)
A Via Campesina e o governo do Paraná plantaram 2 mil mudas de árvores nativas da região na manhã desta quarta-feira (29/03), no Parque Newton Freire, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O ato intitulado "Cultivando a Biodiversidade" promoveu a plantação de espécies típicas da região, como a bracatinga, aroeira, maricá e angico, para ampliar a biodiversidade local, neutralizar os gases estufas produzidos na COP-8 (8ª Conferência Internacional sobre Diversidade Biológica) e contrapor os prejuízos sociais e ambientais provocados pela monocultura de pinus e eucalipto. (30/03/06)
O ato intitulado "Cultivando a Biodiversidade", no Parque Newton Freire Maia, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba no Acampamento da Via Campesina, foi palco para diversas manifestações à ação das mulheres camponesas no laboratório hortoflorestal da empresa Aracruz Celulose. (30/03/06)
"Togo não tem soberania alimentar. Somente exporta café, cacau e algodão, porque é o que sobra no país. Os outros cultivos são voltados para o mercado interno. Mesmo assim, faltam alimentos. Precisamos importar de Gana. É proibido por lei exportar a alimentação básica local a fim de evitar uma situação de fome", apresenta Mamadou Ballo, criador de gado em Togo e integrante da Rede Roppa de agricultores camponeses do Oeste da África. (28/03/06)
Criar uma nova relação de gênero baseada na parceria entre homens e mulheres. Na avaliação da pedagoga Íris Boff, este é o principal desafio para a sociedade atual e, principalmente, para as organizações sociais, que vislumbram a transformação do mundo. (28/03/06)
Uma viagem musical e popular pelo Brasil. Assim pode ser definida a apresentação do Grupo Musical de Cultura Popular Mundaréu, que aconteceu na noite de domingo (26/3), durante o Encontro Estadual das Mulheres Sem Terra, no Parque Newton Freire Maia, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR). (28/03/06)
Silvino não faleceu, ele continua vivo. É uma lembrança viva da luta contra os químicos e este modelo agroexportador", salienta Petrona Villasboa, camponesa do Paraguai. Silvino, seu filho, faleceu aos 11 anos de idade por complicações decorrentes de agrotóxicos usados em uma plantação de soja transgênica perto da propriedade da família. Os donos da área era um empresário brasileiro e outro alemão, que tiveram que pagar uma multa. No entanto, eles recorreram e criaram um impasse. Outro caso parecido é da província de Córdoba, na Argentina. Sofia Gatica, representante do grupo de Mães de Ituzaingó, um bairro rodeado por plantações de soja transgênica, conta que muitos moradores do local apresentam dores de cabeça e de estômago, problemas de visão e, até mesmo, doenças como câncer e leucemia. Esses são sintomas e doenças típicas de intoxicação provenientes de venenos. (22/03/06)
Transgênicos, terminator, monopólio das multinacionais, dependência econômica foram alguns dos temas apresentados durante a coletiva de imprensa concedida pela Via Campesina na tarde de ontem, em Curitiba, no Paraná. Camponeses ligados à organização analisaram o contexto da COP-8 (8ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica) e expuseram o que esperam dos governos nas decisões para defender os camponeses, que representam 25% da população mundial. (22/03/06)
A respeito da tecnologia terminator (21/03/06)
As empresas de produção de sementes industrializadas ganharam força na década de 50 com o objetivo de aumentar a produção de alimentos e acabar com a fome no mundo. No entanto, as sementes criadas não apresentam regularidade na produção e dependem de um grande uso de agrotóxicos. Conclusão: apesar de todo o desenvolvimento tecnológico na agricultura, cerca de 800 milhões de pessoas passam fome no mundo. (20/03/06)
O cenário da MOP 3 reflete a fragilidade dos estados nacionais e dos espaços decisórios internacionais ante o poder das transnacionais. No caso específico do Protocolo de Biossegurança, ficou clara a influência direta das transnacionais. (18/03/06)
Ontem (16), cerca de 1,5 mil camponeses da Via Campesina participaram de manifestação, em frente ao Expo Trade, local onde acontece a reunião do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança (MOP 3), em Curitiba. (16/03/06)
Vindos diretamente do Parque Newton Freire, após uma marcha de 15 Km, mais de 1500 camponeses chegaram de forma pacífica a abertura da MOP 3, onde eram esperados por uma cavalaria da Polícia Militar e diversas viaturas. (14/03/06)
Entre 13 e 31 de março, a Via Campesina internacional irá organizar o acampamento Terra Livre de Transgênico, para acompanhar as negociações da MOP3 e COP 8, em Curitiba (PR) e debater a questão ambiental pela visão dos camponeses. (13/03/06)
Os camponeses denunciam o experimento ilegal de transgênicos na área, já confirmado pelo Ibama (Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), localizada na zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu. (13/03/06)